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Acordar de madrugada com as mãos dormentes ou sentindo um formigamento pode parecer algo simples, mas quando isso se repete com frequência, é um sinal de que algo não está funcionando bem. Esse sintoma pode estar relacionado a diferentes condições que merecem investigação.

Causas mais comuns

O formigamento noturno nas mãos pode ter várias origens, entre elas:

  • Síndrome do túnel do carpo: ocorre quando o nervo mediano é comprimido na região do punho, causando dormência e formigamento, principalmente durante a noite.
  • Problemas cervicais: alterações na coluna cervical, como hérnias de disco ou desgaste, podem comprimir raízes nervosas que irradiam para os braços e mãos.
  • Má circulação: algumas doenças vasculares dificultam a chegada do sangue às extremidades, provocando sensação de dormência.
  • Hábitos noturnos: dormir em posições que comprimem os nervos ou vasos sanguíneos pode gerar formigamento passageiro.

Quando é hora de se preocupar

Se o formigamento é eventual, pode estar apenas relacionado à posição em que você dormiu. No entanto, é importante procurar um ortopedista quando:

  • Os episódios acontecem quase todas as noites
  • O sintoma vem acompanhado de dor, fraqueza ou perda de força nas mãos
  • Há dificuldade para segurar objetos ou realizar movimentos simples do dia a dia

Importância do diagnóstico

Identificar a causa do formigamento é essencial para indicar o tratamento correto. Em alguns casos, ajustes de postura ou fisioterapia já trazem melhora. Em situações mais graves, pode ser necessário o uso de órteses, medicamentos ou até procedimentos cirúrgicos.

Conclusão

O formigamento nas mãos à noite não deve ser ignorado. Marcar uma consulta com um especialista em ortopedia é o primeiro passo para entender a causa e iniciar o tratamento adequado, garantindo qualidade de vida e prevenindo complicações futuras.

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Dor no quadril ao sentar ou caminhar: o que pode estar acontecendo? https://artrus.com.br/2025/09/22/dor-no-quadril-ao-sentar-ou-caminhar-o-que-pode-estar-acontecendo/ https://artrus.com.br/2025/09/22/dor-no-quadril-ao-sentar-ou-caminhar-o-que-pode-estar-acontecendo/#respond Mon, 22 Sep 2025 17:17:51 +0000 https://artrus.com.br/?p=10733

O quadril é uma articulação fundamental para o movimento e para o suporte do corpo. Quando surge dor nessa região, especialmente ao sentar ou caminhar, a rotina pode ser bastante prejudicada. Entender as causas mais comuns é o primeiro passo para buscar o tratamento adequado e recuperar a qualidade de vida.

Principais causas de dor no quadril

Alguns fatores podem estar por trás desse desconforto:

  • Bursite trocantérica: inflamação de uma bolsa cheia de líquido que amortece o atrito entre músculos e ossos. Costuma causar dor lateral no quadril, que piora ao sentar em superfícies duras ou ao andar longas distâncias.
  • Artrose do quadril: o desgaste da cartilagem articular leva à rigidez e dor, muitas vezes sentida na virilha ou irradiada para a coxa.
  • Tendinites e sobrecarga muscular: movimentos repetitivos ou falta de fortalecimento podem inflamar os tendões que estabilizam o quadril.
  • Problemas na coluna lombar: algumas dores que parecem vir do quadril, na verdade, são irradiadas da coluna.
  • Impacto femoroacetabular: alteração no encaixe entre o fêmur e o quadril, que causa dor principalmente em jovens e adultos ativos.

Quando procurar um especialista

A dor no quadril não deve ser ignorada, especialmente se:

  • persiste por mais de alguns dias
  • limita atividades simples como sentar, levantar ou caminhar
  • vem acompanhada de estalos, rigidez ou perda de movimento

O diagnóstico precoce é importante para evitar complicações e permitir um tratamento mais eficaz.

Opções de tratamento

Cada caso precisa ser avaliado individualmente, mas os tratamentos podem incluir:

  • fisioterapia para fortalecimento e melhora da mobilidade
  • medicamentos para dor e inflamação
  • infiltrações em casos específicos
  • cirurgia, quando há desgaste avançado ou falha de outros tratamentos

Conclusão

A dor no quadril ao sentar ou caminhar pode ter diversas causas e não deve ser vista como algo “normal”. Procurar um ortopedista especialista é essencial para identificar o problema e definir o melhor caminho de tratamento.

Na Artrus, contamos com especialistas em quadril e coluna preparados para oferecer um atendimento completo e humanizado. Se você sente dor nessa região, agende uma consulta e cuide da sua saúde.

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Dor no ombro em pessoas com obesidade: Entenda as causas, riscos e tratamentos https://artrus.com.br/2025/08/14/dor-no-ombro-em-pessoas-com-obesidade-entenda-as-causas-riscos-e-tratamentos/ https://artrus.com.br/2025/08/14/dor-no-ombro-em-pessoas-com-obesidade-entenda-as-causas-riscos-e-tratamentos/#respond Thu, 14 Aug 2025 14:44:45 +0000 https://artrus.com.br/?p=10729

Introdução

Se você convive com dores no ombro e está acima do peso, saiba que esse desconforto não é algo isolado — e muito menos normal. A dor no ombro em pessoas com sobrepeso ou obesidade é mais comum do que se imagina e, muitas vezes, está associada a alterações importantes nas estruturas do ombro, como tendinites e até rupturas do manguito rotador.

Um estudo publicado na revista científica Acta Ortopédica Brasileira (2024) comprovou uma relação direta entre obesidade, dor no ombro, pior desempenho funcional e alterações detectadas no ultrassom da articulação.

Se esse é o seu caso, este artigo vai te ajudar a entender as causas, os riscos e como buscar um tratamento adequado para recuperar sua qualidade de vida.

O que é a dor no ombro relacionada à obesidade?

Trata-se de um quadro de dor que surge devido à sobrecarga mecânica e a processos inflamatórios que afetam os tendões, músculos e estruturas do ombro. Isso pode evoluir para condições como tendinopatia, bursite, lesões no manguito rotador e até artrose.

A obesidade não afeta apenas as articulações de carga, como joelho e quadril, mas também articulações como o ombro, que sofre com o excesso de peso do próprio braço, alterações posturais e inflamação crônica.

Por que quem está acima do peso tem mais dor no ombro? (Causas Principais)

Segundo o estudo da Acta Ortopédica Brasileira (2024), os principais fatores que explicam essa relação são:

  • Sobrecarga mecânica: O peso do braço em indivíduos com obesidade é maior, exigindo mais esforço das estruturas do ombro.
  • Inflamação crônica: A obesidade é uma condição inflamatória. O excesso de tecido adiposo libera substâncias inflamatórias (adipocinas) que afetam músculos, tendões e articulações.
  • Descondicionamento muscular: A redução da prática de atividades físicas leva ao enfraquecimento muscular, agravando o quadro.
  • Alterações metabólicas: O estudo também associou altos níveis de proteína C-reativa (PCR) – marcador de inflamação – com maior dor e pior desempenho funcional.

Sintomas mais comuns: quando se preocupar?

Se você está acima do peso e sente algum dos sintomas abaixo, acenda o sinal de alerta:

  • Dor no ombro ao levantar o braço
  • Sensação de peso, cansaço ou fraqueza no ombro
  • Dor que piora à noite ou ao se deitar de lado
  • Estalos ou sensação de algo “pulando” no ombro
  • Dificuldade para atividades simples, como pentear o cabelo ou vestir roupas
  • Perda de força no braço

Como é feito o diagnóstico?

Aqui na Artrus, o diagnóstico é realizado por meio de:

  • Avaliação clínica detalhada: Entendemos sua queixa, histórico e examinamos os movimentos do ombro.
  • Exames de imagem: O ultrassom e a ressonância magnética são fundamentais. O estudo científico mostrou que 84% dos pacientes obesos apresentaram alterações no ultrassom do ombro, como tendinites ou até rupturas.
  • Análise funcional: Testes que avaliam quanto a dor e a limitação estão afetando seu dia a dia.

Quais são os tratamentos?

A boa notícia é que, na grande maioria dos casos, a dor no ombro relacionada à obesidade tem tratamento sem necessidade de cirurgia.

Os principais tratamentos incluem:

  • Fisioterapia especializada: Foco em fortalecimento, melhora da mobilidade e redução da dor.
  • Controle da inflamação: Medicações, bloqueios ou infiltrações guiadas por ultrassom.
  • Mudança de hábitos: A perda de peso tem impacto direto na redução da dor e na recuperação da função do ombro.
  • Procedimentos minimamente invasivos: Quando indicado, realizamos bloqueios articulares ou outras intervenções de baixa complexidade.

Cirurgia é considerada apenas quando há rupturas avançadas ou falha nos tratamentos conservadores.

Quando procurar um ortopedista?

  • Quando a dor no ombro limita suas atividades diárias
  • Se você sente perda de força, estalos ou dificuldade para dormir por conta da dor
  • Se os sintomas persistem por mais de 7 dias, mesmo após repouso e analgésicos

Não espere a dor se tornar crônica. Quanto antes for tratado, melhores os resultados.

Conclusão

A dor no ombro em pessoas com sobrepeso ou obesidade não deve ser ignorada. Ela não é apenas consequência do peso, mas de um processo inflamatório que pode evoluir para lesões sérias, afetando diretamente sua qualidade de vida.

Aqui na Artrus, contamos com especialistas em ombro e cotovelo, prontos para te oferecer um atendimento completo, diagnóstico preciso e os tratamentos mais modernos para sua saúde.

Agende sua consulta e dê o primeiro passo para viver sem dor!

Fonte científica

Menegassi FAC, Martins GC, Menegassi ZJB, Souza SAL, Gutfilen B, Costa FR. Shoulder pain, ultrasound changes, and functional performance in obese patients. Acta Ortop Bras. 2024;32(6):e282000. Disponível em SciELO.

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Luxação do joelho com prótese: é possível tratar sem cirurgia? https://artrus.com.br/2025/07/31/luxacao-do-joelho-com-protese-e-possivel-tratar-sem-cirurgia/ https://artrus.com.br/2025/07/31/luxacao-do-joelho-com-protese-e-possivel-tratar-sem-cirurgia/#respond Thu, 31 Jul 2025 19:09:50 +0000 https://artrus.com.br/?p=10724 Entenda esse caso real

A prótese total do joelho (ou artroplastia total do joelho) é uma cirurgia que transforma a vida de milhares de pessoas que sofrem com dores intensas e desgaste da articulação. Na maioria dos casos, a recuperação é excelente, mas algumas situações raras podem acontecer, como a luxação do joelho mesmo após a colocação da prótese.

Você já ouviu falar disso?

Neste artigo, vamos explicar o que é essa complicação, quais são os riscos, e mostrar um caso real tratado com sucesso e sem cirurgia, publicado em uma revista científica brasileira. Essa informação pode ajudar muita gente que passou por cirurgia ou convive com alguém que já colocou uma prótese.


O que é uma luxação do joelho com prótese?

A luxação é quando os ossos do joelho se deslocam da posição correta. Em quem fez uma cirurgia de prótese total, isso é muito raro, mas pode acontecer — geralmente por traumas, quedas ou esforço excessivo.

Na maioria dos casos, essa luxação é posterior, mas em algumas situações mais incomuns ela pode ser anterior. E é exatamente sobre isso que trata o estudo publicado na Revista Brasileira de Ortopedia em 2024 (Albuquerque et al., DOI: 10.1055/s-0043-1770978).


O caso que chamou atenção: luxação após 6 anos da cirurgia

Uma paciente de 60 anos, que havia colocado uma prótese no joelho seis anos antes, sofreu uma queda simples e sentiu dor intensa no local. Ela foi levada ao pronto-socorro, onde exames confirmaram que o joelho tinha se deslocado para frente (luxação anterior), mesmo com a prótese no lugar.

Esse tipo de caso, além de raro, costuma preocupar tanto médicos quanto pacientes, pois muitas vezes exige uma nova cirurgia para revisão da prótese. Mas, nesse caso, o tratamento foi feito de forma não cirúrgica — e funcionou.


Tratamento não cirúrgico: o que foi feito?

A equipe médica optou por um tratamento conservador e personalizado:

  • Primeiro, reposicionou o joelho (redução fechada);
  • Depois, usou um fixador externo por 3 semanas para manter a articulação no lugar;
  • Em seguida, a paciente utilizou uma órtese rígida travada, que manteve o joelho estável até a cicatrização.

O mais importante: nenhuma nova cirurgia foi necessária.

Após dois anos, a paciente voltou a andar normalmente, sem dor, sem inchaço e com boa mobilidade. Um resultado surpreendente, principalmente porque foi alcançado sem precisar trocar a prótese.


O que esse caso nos ensina?

Esse estudo reforça que nem toda complicação após a prótese de joelho exige cirurgia. Quando o diagnóstico é feito rapidamente e o tratamento é bem conduzido, é possível ter uma boa recuperação com métodos menos invasivos.

Além disso, cada paciente precisa ser avaliado de forma individual — considerando o tipo de prótese, a causa da luxação, os sintomas e a resposta ao tratamento.


E quais são os sinais de alerta?

Se você já fez artroplastia total do joelho e apresenta algum dos sintomas abaixo, procure um ortopedista imediatamente:

  • Dor súbita e intensa no joelho;
  • Sensação de que o joelho “saiu do lugar”;
  • Inchaço e dificuldade para movimentar a perna;
  • Dormência ou fraqueza no pé ou na perna.

Quanto mais rápido for o atendimento, maiores as chances de um tratamento eficaz — e menos invasivo.


Na Artrus, você tem o acompanhamento certo em cada fase do tratamento ortopédico

A nossa equipe está pronta para orientar você desde a primeira consulta até o acompanhamento pós-cirúrgico. Contamos com especialistas em joelho experientes, que utilizam tecnologia moderna e atendem de forma humanizada.

Se você passou por cirurgia no joelho, está com dor, ou quer entender melhor os cuidados com a sua prótese, agende uma avaliação com a gente. Estamos aqui para te ajudar a caminhar com mais segurança.

📍 Icone Tower – Av. Getúlio Vargas, 792 – sala 1603 – Feira de Santana – BA

📱 WhatsApp: 55 75 99923-61650

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Queda em idosos – Prevenção e Tratamento https://artrus.com.br/2015/08/28/one-fine-day/ Fri, 28 Aug 2015 12:58:15 +0000 http://zozothemes.com/wp/mist/xml/?p=67 A expectativa de vida da população vem progressivamente crescendo nas últimas décadas e, por isso, a porcentagem de idosos na população geral está cada vez maior.  Estudos mostram que 1 em cada 3 pessoas acima de 65 anos irá ter pelo menos uma queda por ano, sendo esse evento o causador de alguma lesão grave em 10% dos casos.

As lesões por quedas em idosos podem ir desde um mero susto ou um simples ralado até fraturas de fêmur, coluna, face e traumatismos cranioencefálicos. Em casos mais graves, as quedas podem levar o idoso até mesmo a óbito.

Fatores de risco para quedas em idosos

  • Quedas prévias;
  •  Problemas de visão;
  •  Uso de medicamentos ou substâncias psicoativas (álcool/medicações);
  •  Incapacidade de usar dispositivo para caminhar (bengala/andador);
  • Doenças degenerativas/neuromusculares/cognitivas;

 Dicas para prevenção das quedas em idosos

Exercícios físicos regulares (força/equilíbrio/agilidade);

Casa segura:

  • Barras de segurança
  • Retirar tapetes
  • Manter luzes acesas
  • Evitar cabos e extensões

Adequação da medicação;

Tratamento adequado de patologias que possam precipitar mal súbito;

Vitamina D e controle da osteoporose;

Continência urinária.

O que fazer em casa do quedas em idosos

Em caso de queda, deve ser mantida a calma e solicitada ajuda com acionamento do SIATE (193). E, até a chegada do SIATE, o idoso deve ser mantido tranquilo e imóvel aguardando o atendimento pré-hospitalar.

Uma posterior avaliação completa do paciente, feita por um especialista, é fundamental não somente para o diagnóstico e a abordagem correta das lesões no paciente idoso, mas também para uma boa evolução de seu quadro clínico.

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Quando eu posso voltar a dirigir após uma fratura de Patela? https://artrus.com.br/2015/08/28/handprints-of-love/ Fri, 28 Aug 2015 12:58:08 +0000 http://zozothemes.com/wp/mist/xml/?p=68 Antes de tudo é preciso entender que existem vários tipos de fratura de patela com tratamentos diferentes. Desde uma fratura simples, que não precisa de cirurgia somente um período de imobilização. Fraturas não tão complexas que tem uma cirurgia mais simples, que permitem uma mobilização precoce. Até fraturas graves com vários fragmentos que irão precisar uma cirurgia mais delicada e tempo de recuperação mais prolongado.
Via de regra para voltar a dirigir você tem que ter uma boa consolidação da fratura e do movimento da articulação do joelho. É necessário também um bom controle muscular, uma capacidade de reação rápida para um freiada ou uma manobra mais brusca. Esse tempo de recuperação é muito variável depende de caracteristicas de pessoa, do tipo de fratura e tratamento.
Como orientação inicial leva em torno de 3 meses para voltar a dirigir após a fratura da patela. Podendo variar esse tempo para menos ou mais.  O importante é estar sempre acompanhando com o seu médico que vai avaliar essas questões e sua capacidade de dirigir para poder voltar a sua rotina normal.

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Entorse de tornozelo https://artrus.com.br/2015/08/28/making-memories/ Fri, 28 Aug 2015 12:55:24 +0000 http://zozothemes.com/wp/mist/xml/?p=64 A lesão mais comum atendida no pronto socorro ortopédico é o entorse de tornozelo. Trauma que pode acontecer tanto durante uma simples caminhada, como também é muito comum durante a prática de atividade física, como uma partida de futebol.

As consequências possíveis deste trauma podem variar desde um simples estiramento ligamentar a até fraturas dos ossos locais, ou seja, a avaliação inicial consiste em um bom exame físico associado a uma imagem radiográfica em boa parte dos casos.

Como realizar a avaliação inicial do entorse de tornozelo?

 O mecanismo de lesão destas fraturas ou da entorse é muito parecido. A diferença é que,na entorse, o ligamento que está preso ao osso se rompe, ao passo que, nas fraturas, o ligamento fica inteiro e arranca um pedaço do osso. Clinicamente, o paciente apresenta dor e edema no local do ligamento acometido. Após alguns dias, é possível que apareçam áreas roxas na pele. Nos casos mais leves, os pacientes são capazes de andar normalmente, apresentando apenas um incômodo local; já nos casos mais graves, não são capazes de apoiarem o pé no chão, sendo necessária a utilização de muletas.

Descartada as fraturas, a imobilização temporária do tornozelo por, aproximadamente, cinco dias ajuda a esfriar o processo inflamatório agudo da lesão, de forma que uma reavaliação em um segundo momento será mais preciso para identificar o grau de comprometimento, sendo necessário exames de imagens complementar em alguns casos, tal como uma ecografia ou uma uma ressonância.

Para melhor pensarmos no tratamento, as lesões ligamentares são classificadas em três graus:

Grau 1 – estiramento do complexo lateral, sem lesão das fibras. Sendo bem comum que o paciente consiga andar com pouca dificuldade desde o trauma.

Grau 2 – lesão parcial das fibras ligamentares. Maior edema local e dificuldade moderada a impossibilidade de caminhar nos primeiros dias.

Grau 3 – lesão completa dos ligamentos. Grande edema local, incapacidade de caminhar, sendo persistente por dias a semanas.

 Depois de tudo isso, como vamos realizar o tratamento da lesão ligamentar de tornozelo??

Quase todas as lesões ligamentares de tornozelo podem ser tratadas sem algum procedimento cirúrgico, até uma lesão grau 3 pode cicatrizar adequadamente se for bem conduzida. Muitas vezes, a incapacidade inicial é recuperada em até cinco dias. Cada paciente terá uma evolução em tempo conforme a gravidade da lesão.

No início é realizado o repouso da articulação associada a compressas de gelo. Em muitos casos é feito a imobilização do tornozelo, com tala gessada ou bota ortopédica. Quando possível, é liberado o paciente caminhar com a proteção da bota ortopédica.

Para melhor pensarmos no tratamento, as lesões ligamentares são classificadas em três graus:

Grau 1 – estiramento do complexo lateral, sem lesão das fibras. Sendo bem comum que o paciente consiga andar com pouca dificuldade desde o trauma.

Grau 2 – lesão parcial das fibras ligamentares. Maior edema local e dificuldade moderada a impossibilidade de caminhar nos primeiros dias.

Grau 3 – lesão completa dos ligamentos. Grande edema local, incapacidade de caminhar, sendo persistente por dias a semanas.

 Depois de tudo isso, como vamos realizar o tratamento da lesão ligamentar de tornozelo??

Quase todas as lesões ligamentares de tornozelo podem ser tratadas sem algum procedimento cirúrgico, até uma lesão grau 3 pode cicatrizar adequadamente se for bem conduzida. Muitas vezes, a incapacidade inicial é recuperada em até cinco dias. Cada paciente terá uma evolução em tempo conforme a gravidade da lesão.

No início é realizado o repouso da articulação associada a compressas de gelo. Em muitos casos é feito a imobilização do tornozelo, com tala gessada ou bota ortopédica. Quando possível, é liberado o paciente caminhar com a proteção da bota ortopédica.

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