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As lesões por quedas em idosos podem ir desde um mero susto ou um simples ralado até fraturas de fêmur, coluna, face e traumatismos cranioencefálicos. Em casos mais graves, as quedas podem levar o idoso até mesmo a óbito.
Exercícios físicos regulares (força/equilíbrio/agilidade);
Casa segura:
Adequação da medicação;
Tratamento adequado de patologias que possam precipitar mal súbito;
Vitamina D e controle da osteoporose;
Continência urinária.
Em caso de queda, deve ser mantida a calma e solicitada ajuda com acionamento do SIATE (193). E, até a chegada do SIATE, o idoso deve ser mantido tranquilo e imóvel aguardando o atendimento pré-hospitalar.
Uma posterior avaliação completa do paciente, feita por um especialista, é fundamental não somente para o diagnóstico e a abordagem correta das lesões no paciente idoso, mas também para uma boa evolução de seu quadro clínico.
]]>As consequências possíveis deste trauma podem variar desde um simples estiramento ligamentar a até fraturas dos ossos locais, ou seja, a avaliação inicial consiste em um bom exame físico associado a uma imagem radiográfica em boa parte dos casos.
O mecanismo de lesão destas fraturas ou da entorse é muito parecido. A diferença é que,na entorse, o ligamento que está preso ao osso se rompe, ao passo que, nas fraturas, o ligamento fica inteiro e arranca um pedaço do osso. Clinicamente, o paciente apresenta dor e edema no local do ligamento acometido. Após alguns dias, é possível que apareçam áreas roxas na pele. Nos casos mais leves, os pacientes são capazes de andar normalmente, apresentando apenas um incômodo local; já nos casos mais graves, não são capazes de apoiarem o pé no chão, sendo necessária a utilização de muletas.
Descartada as fraturas, a imobilização temporária do tornozelo por, aproximadamente, cinco dias ajuda a esfriar o processo inflamatório agudo da lesão, de forma que uma reavaliação em um segundo momento será mais preciso para identificar o grau de comprometimento, sendo necessário exames de imagens complementar em alguns casos, tal como uma ecografia ou uma uma ressonância.
Para melhor pensarmos no tratamento, as lesões ligamentares são classificadas em três graus:
Grau 1 – estiramento do complexo lateral, sem lesão das fibras. Sendo bem comum que o paciente consiga andar com pouca dificuldade desde o trauma.
Grau 2 – lesão parcial das fibras ligamentares. Maior edema local e dificuldade moderada a impossibilidade de caminhar nos primeiros dias.
Grau 3 – lesão completa dos ligamentos. Grande edema local, incapacidade de caminhar, sendo persistente por dias a semanas.
Quase todas as lesões ligamentares de tornozelo podem ser tratadas sem algum procedimento cirúrgico, até uma lesão grau 3 pode cicatrizar adequadamente se for bem conduzida. Muitas vezes, a incapacidade inicial é recuperada em até cinco dias. Cada paciente terá uma evolução em tempo conforme a gravidade da lesão.
No início é realizado o repouso da articulação associada a compressas de gelo. Em muitos casos é feito a imobilização do tornozelo, com tala gessada ou bota ortopédica. Quando possível, é liberado o paciente caminhar com a proteção da bota ortopédica.
Para melhor pensarmos no tratamento, as lesões ligamentares são classificadas em três graus:
Grau 1 – estiramento do complexo lateral, sem lesão das fibras. Sendo bem comum que o paciente consiga andar com pouca dificuldade desde o trauma.
Grau 2 – lesão parcial das fibras ligamentares. Maior edema local e dificuldade moderada a impossibilidade de caminhar nos primeiros dias.
Grau 3 – lesão completa dos ligamentos. Grande edema local, incapacidade de caminhar, sendo persistente por dias a semanas.
Quase todas as lesões ligamentares de tornozelo podem ser tratadas sem algum procedimento cirúrgico, até uma lesão grau 3 pode cicatrizar adequadamente se for bem conduzida. Muitas vezes, a incapacidade inicial é recuperada em até cinco dias. Cada paciente terá uma evolução em tempo conforme a gravidade da lesão.
No início é realizado o repouso da articulação associada a compressas de gelo. Em muitos casos é feito a imobilização do tornozelo, com tala gessada ou bota ortopédica. Quando possível, é liberado o paciente caminhar com a proteção da bota ortopédica.
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